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Blogueiro condenado por atentado em aeroporto de Brasília alega ser “vítima de trama diabólica”

Wellington Macedo de Souza, condenado e preso pela participação na tentativa de explosão de um caminhão-tanque de combustíveis no aeroporto de Brasília, foi ouvido pela CPI dos Atos Antidemocráticos da Câmara Legislativa do Distrito Federal nesta quinta-feira (5).

Wellington Macedo, blogueiro e bolsonarista, cumpre pena por ter transportado Alan Diego dos Santos, também condenado, juntamente com a bomba que foi colocada no caminhão para aeroporto.

À comissão, ele afirmou que atendeu a um pedido de Alan, que queria uma carona ao aeroporto, sem saber que ele transportava uma bomba. Em seu depoimento, Wellington Macedo afirmou ser vítima de uma trama arquitetada por Alan e George Washington de Oliveira, também condenado.

“Sou vítima de uma trama criminosa e diabólica de dois homens que eu não conhecia, que eu não tinha nenhuma ligação política nem profissional. Por ter um coração bom, eu, inocentemente, não percebi que eu estava caindo nessa trama”, afirmou Wellington ao presidente da CPI, deputado Chico Vigilante (PT).

Wellington dá sua versão sobre o dia do atentado

Nesta quinta (5), ele narrou a versão dele dos fatos no dia da tentativa de explosão do caminhão. De acordo com o blogueiro, ainda pela manhã, ele deixou a esposa no aeroporto e, ao voltar para casa, recebeu uma mensagem que pedia que ele desse outra carona a um dos manifestantes ao aeroporto novamente.

Ele então se dirigiu ao acampamento e foi apresentado a Alan Diego, que carregava uma mala e uma sacola.  Alan, segundo Wellington, “parecia nervoso” e que pediu que parasse em alguns locais antes de chegar ao aeroporto.

Ao chegarem ao aeroporto, Wellington contou que Alan não quis descer do carro e que os dois passaram a rodar por diversos pontos de Brasília. Foi então que, já próximo das 3h da madrugada, retornaram ao aeroporto, momento em que Alan teria avistado o caminhão de combustíveis e pedido para que ele estacionasse o carro ao lado.

Wellington disse que somente nesse momento percebeu que transportava uma dinamite em seu carro e que se travava de um atentado. Ele contou que viu Alan instalando o artefato e que chegaram a discutir porque sabia que todo seu trajeto estava sendo monitorado pela tornozeleira eletrônica que utilizava desde 2021.

“Eu entrei em pânico, em desespero, porque ainda havia uma mochila dentro do carro e eu pensei que pudesse haver mais artefatos” disse o depoente. Ele contou ainda que Alan permaneceu com o detonador da bomba em mãos durante todo o trajeto de volta e que, no caminho, avistou uma viatura da Polícia Militar, tentou sinalizar o que havia acontecido, mas não conseguiu.

Informações da tornozeleira eletrônica de Wellington confirmam que eles passaram pela rodoviária do Plano Piloto e pelas regiões administrativas de Samambaia e Taguatinga. Posteriormente, investigações apontaram que os investigados chegaram a cogitar instalar a bomba na subestação de energia de Samambaia.

Depoente diz não ter ligação com grupos extremistas

Wellington afirmou à Comissão que participou dos acampamentos bolsonaristas na frente do QG do exército em Brasília apenas como profissional de imprensa. Ele disse que à época era correspondente do jornal Folha de S. Paulo e que mantinha contato com os acampados em buscar de pautas jornalísticas para suas matérias.

Ele contou ainda que não era bem visto por alguns integrantes do grupo bolsonarista que questionava os resultados das eleições porque havia desconfiança, por parte dos acampados, de que ele estivesse vazando informações confidenciais.

Wellington Macedo relatou ainda que foi agredido em uma ocasião.

“Cheguei a ser agredido por um grupo que controlava um carro de som. Eles estavam em uma reunião e eu cheguei gravando. Eles não gostaram e partiram para cima de mim, chegaram a quebrar meu equipamento”, declarou.

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