É notório no meio político de Brasília, que o ex-governador José Roberto Arruda teve problemas de convivência com mulheres devido à sua falta de “carisma” em casa
Entretanto, recentemente Arruda gravou um vídeo onde aparece enaltecendo e valorizando as mulheres. Mas na prática ele não age assim.
Veja esse caso assombroso que envolve o candidato do PSD: Quando estava casado com Flávia Arruda, então ministra no governo Bolsonaro, Arruda contratou um Araponga para seguir os passos dela. Posteriormente um dossiê foi gerado.
Com o dossiê em mãos, Arruda tratou de arruinar a candidatura de Flávia ao Senado em 2022 – e conseguiu.
Mas o detalhe que chama atenção, é que Arruda, já denunciado por corrupção, investigado e até condenado em processos que tramitam na Justiça, cometeu um crime contra a mulher.
Afinal de contas, stalking é crime, assim como contratar um detetive particular (Araponga) para seguir os passos de uma mulher sem amparo legal. O crime de stalking está previsto no artigo 147-A do Código Penal.
E para piorar a situação, Arruda simplesmente não pagou o Araponga, que chegou mandar parte do dossiê e da história a um veículo de imprensa em São Paulo.
Com a pressão, Arruda alegou que não tinha dinheiro para pagar o Araponga e recorreu à ajuda de um advogado que fez o acerto para não deixar o “pandorista” em maus lençóis.
Invadir a privacidade ou a liberdade de uma mulher de forma ilícita é crime. Resta saber como Arruda se sairá durante a campanha eleitoral, quando será questionado por essa atitude que moveu contra Flávia.
E também será questionado por outros assuntos aos quais hoje finge desconhecer, ignorar ou não se recordar.
O fato é que Arruda tem um discurso no vídeo mas que na prática tem outro. Aliás, o modus operandis de Arruda é surreal e neste caso específico, fica claro que afronta todas as mulheres do Distrito Federal.
Que mulher votaria num político que contratou Araponga para perseguir, vigiar e monitorar a própria mulher?
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