
O primeiro viaduto está previsto para a entrada de Taguatinga, próximo à via comercial, onde um semáforo em nível interrompe sistematicamente o fluxo de veículos que trafegam entre o Entorno e o Plano Piloto.
Quem vem da Estrutural em direção a Taguatinga precisa parar no cruzamento, o que trava não só o acesso à cidade, mas também quem segue adiante na rodovia sem sair dela. O segundo viaduto seria implantado no entroncamento da BR-070 com a DF-180, via que dá acesso a Brazlândia — um ponto onde o cruzamento em nível, com retorno em balão, gera conflitos de tráfego e eleva o risco de acidentes.
O presidente do DER-DF, Fauzi Nacfur Júnior, detalhou a lógica técnica por trás das escolhas. No caso de Taguatinga, o problema central é o cruzamento semafórico que obriga veículos a parar mesmo quando apenas passam pela rodovia, sem acessar a cidade. Já no trecho da DF-180, a solução em desnível eliminaria os conflitos de cruzamento que hoje comprometem tanto a velocidade do tráfego quanto a segurança dos motoristas. Em ambos os casos, a proposta é retirar o encontro de fluxos do mesmo nível — a solução mais eficaz, segundo os técnicos, para pontos com esse volume de veículos.
Por enquanto, o anúncio representa o ponto de partida formal do processo. Os estudos de viabilidade técnica e os projetos executivos ainda precisam ser concluídos antes que qualquer licitação seja aberta.
As obras integram um pacote mais amplo de intervenções no principal corredor viário que conecta Brasília ao Entorno goiano — uma das regiões de maior crescimento populacional do país e cuja dependência das rodovias que cortam o DF se aprofunda a cada ano.
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