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Retrospectiva: como a medicina avançou em 2025 apesar dos desafios

Apesar dos cortes de financiamento e das incertezas na pesquisa científica, 2025 trouxe resultados importantes para a medicina. Do desenvolvimento de vacinas promissoras a novas formas de diagnóstico e prevenção, o ano foi marcado por descobertas que apontam caminhos possíveis para o futuro da saúde. 

O Metrópoles reuniu cinco avanços que ganharam destaque no Brasil e no mundo. Confira:

1 – Vacina contra herpes-zóster reduz risco de Alzheimer

Pesquisas recentes sugerem que a imunização contra o vírus de herpes-zóster, além de proteger contra a infecção viral, pode reduzir o risco de desenvolver demência nos anos seguintes.

O estudo, publicado na revista JAMA, acompanhou moradores do País de Gales e observou que quem recebeu a vacina apresentou cerca de 20% menos chance de desenvolver Alzheimer e outras formas de demência ao longo de sete anos.

O resultado reforça a hipótese de que infecções virais podem influenciar o surgimento de doenças neurodegenerativas e abre espaço para novas pesquisas sobre prevenção.

2 – Testes caseiros ampliam acesso ao rastreamento de ISTs

Em maio, a Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora dos Estados Unidos, aprovou os primeiros testes caseiros que permitem rastrear infecções sexualmente transmissíveis com precisão semelhante à encontrada em consultórios. Um deles, o Teal Wand, permite a coleta de amostras vaginais para detectar HPV em mulheres de 25 a 65 anos, após orientação remota com um profissional de saúde.

Além dele, o teste Visby identifica gonorreia, clamídia e tricomoníase em até 30 minutos, sem necessidade de receita.

A expectativa é que esses dispositivos ajudem a reduzir barreiras de acesso, aumentem o diagnóstico precoce e funcionem como ferramentas complementares às estratégias tradicionais de saúde pública.

3 – Injeção semestral torna prevenção do HIV mais acessível

A aprovação do lenacapavir (Yeztugo) representou um marco na prevenção do HIV. A medicação, aplicada apenas duas vezes ao ano, demonstrou eficácia superior a 99% nos estudos clínicos, diminuindo de forma significativa o risco de transmissão em adolescentes e adultos sexualmente ativos.

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A abordagem é considerada uma alternativa estratégica aos comprimidos diários usados na PrEP, especialmente para grupos com dificuldade de adesão contínua. Pesquisadores veem potencial para ampliar o impacto da prevenção, reduzindo novos casos e fortalecendo o controle da infecção em escala global.

4 – Medicamentos para obesidade reduzem internações cardíacas

Remédios da classe GLP-1, conhecidos principalmente pela perda de peso, começaram a mostrar efeitos além do controle metabólico.

Um estudo, publicado na revista JAMA, com mais de 58 mil pacientes com insuficiência cardíaca, obesidade e diabetes tipo 2 indicou redução de mais de 40% no risco de hospitalizações e mortes entre os usuários de semaglutida e tirzepatida.

O trabalho utilizou dados do mundo real e reforça a possibilidade de incorporar esses medicamentos ao tratamento cardiovascular. Especialistas afirmam que, se confirmados em mais estudos, os resultados podem mudar diretrizes internacionais e beneficiar milhões de pessoas.

5 – Inteligência artificial cria molécula contra doença pulmonar

Um estudo publicado na Nature Medicine em julho testou uma droga projetada quase inteiramente por inteligência artificial para tratar fibrose pulmonar idiopática, condição grave e de difícil controle. O sistema indicou qual proteína deveria ser inibida e desenhou a molécula que poderia atuar nesse alvo.

O ensaio clínico envolveu 71 pacientes ao longo de 30 meses e mostrou respostas encorajadoras. Embora o processo tenha contado com supervisão científica e protocolos tradicionais, pesquisadores destacam que a IA acelerou etapas que normalmente levariam anos. O avanço é visto como um prenúncio de uma nova fase na descoberta de medicamentos.

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