O presidente americano, Donald Trump, confirmou, nesta segunda-feira (6), que pediu ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, que revisasse a decisão “horrível” de aplicar um cartão vermelho ao atacante dos EUA, Folarin Balogun, mas disse que não solicitou a anulação da punição.
“Pedi uma revisão porque não achei que tivesse sido falta”, disse Trump a repórteres na Casa Branca. “Tudo o que fiz foi pedir uma revisão; não disse que eles tinham que fazer isso”.
“Aquilo sequer foi uma infração. Eram dois jogadores correndo em velocidade máxima que acabaram se chocando”, disse Trump.
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O presidente republicano também criticou Raphael Claus, o árbitro brasileiro que tomou a decisão, descrevendo-o como “um pouco suspeito, se você analisar o passado dele”.
Balogun ficaria de fora do confronto das oitavas de final contra a Bélgica, nesta segunda-feira, após receber um cartão vermelho direto, confirmado pelo VAR, por pisar no pé de um defensor bósnio em uma partida da fase anterior, vencida pelos EUA por 2 a 0.
Segundo as regras da Fifa, um cartão vermelho direto acarreta automaticamente uma suspensão de um jogo, decisão que não pode ser contestada pela equipe do jogador.
No entanto, a entidade máxima do futebol mundial informou no domingo que a suspensão seria adiada por um ano, após um contato pessoal de Trump.
“Teremos um time completo e a Bélgica terá um time completo. E quer saber? Se eles nos vencerem, poderão realmente se orgulhar”, disse o presidente americano nesta segunda-feira.
“Por outro lado, se eles nos vencerem… eu direi que foi manipulado, assim como a eleição de 2020 foi manipulada”, afirmou Trump, referindo-se às suas alegações falsas de fraude generalizada na eleição em que foi derrotado pelo democrata Joe Biden.
*Por AFP
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